quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Comunique-se

A comunicação está muito além de ser definida, ela amplifica o contexto de informação. Não podemos reduzir a comunicação à mídia, ela é mais abrangente, pois enfatiza valores emocionais que superam o sentido literário da palavra.
Não existem emissores, receptores, canais, manipulação, crítica, e sim, um elo entre sociedade e comunicação, formando um contexto único. Esse novo conceito vai transformando a sociedade, que esta em busca de seus valores e resgatando-os. Para Maffesoli, a comunicação exerce um laço social, é unir, conversar, tocar-se, ao contrario do imaginado, até por muitos pensadores e filósofos que estudam os fenômenos da comunicação.

Michel Maffesoli tornou-se um autor e filósofo de suma importância para a compreensão da sociologia da comunicação, indo da mídia aos termos de interação, criando uma visão simplificada: “A comunicação, seja qual for o nome que se dá a ela, é uma estrutura, ou seja, uma entidade composta de elementos interdependentes que vai além da consciência dos atores envolvidos. A comunicação não é somente verbal, embora a palavra ocupe nela um lugar destacado, mas um sistema total, uma mescla de palavras, objetos e gestos que reclama uma poética globalizante”, afirma. Prefere fugir de conceitos e ficar em sintonia com o concreto do cotidiano, onde acredita que a comunicação desenvolve-se plenamente.

Michel Maffesoli

Sociólogo francês, nasceu em 1944. Leciona na Sorbonne Paris V, é diretor do Centro de Estudos sobre o Atual e o Cotidiano (CEAQ), sendo editor da Revista Societés. Seus estudos estão voltados para a comunicação, a sua prática no cotidiano; relacionando-a à pós-modernidade. Lançou inúmeras obras reconhecidas mundialmente, de grande importância para a compreensão da mutabilidade moderna.

Seus trabalhados acadêmicos foram traduzidos para diversos idiomas, inclusive o português; onde podemos destacar: Sobre o Nomadismo; O Tempo das Tribos; No Fundo das Aparências; O Conhecimento Comum; Dinâmica da Violência; A Sombra de Dionísio; A Conquista do Presente; A Violência Totalitária, A Parte do Diabo – Resumo da subversão pós-moderna.

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Devíamos amar mais

Às vezes eu me pego pensando, o ser humano devia amar mais. Pois a falta dele ocasiona muitas implicações, o mundo está ficando num verdadeiro caos. Tudo isso por que as pessoas estão cada vez mais distante desse sentimento.

Não pense que eu estou falando somente do amor carnal, entre um homem e uma mulher, e sim, entre pais e filhos, entre amigos, por uma música, por qualquer coisa que transmita algo de bom, o amor é isso, algo que traga algum significado. Lógico, cada um no seu âmbito sentimental, da sua forma.

As pessoas estão cada vez mais perdendo o sentido das coisas, deixando de viver, de aprender, de se emocionar, por medo das suas próprias reações. Isso é um absurdo, não devíamos ter medo, devíamos mostrá-los, isso sim! Mostrá-los.

A falta de amor, implica sucetivamente na falta de tantos outros sentimentos. Deixamos de exercer a solidariedade, a compaixão, o afeto, carinho, a amizade e o próprio amor. Seria por medo? Receio? De não ser correspondido? São tantas as perguntas para poucas respostas.

Uma coisa é certa, se as pessoas amassem mais o mundo tomaria outro rumo. A vida seria bem mais colorida e ganharia outra forma. Posso estar imaginando um “mundo dos sonhos”, mas com certeza o amor mudaria muitas coisas. Mas é claro, tudo na medida certa, pois o excesso traz outras implicações. Mas isso, é outra questão, prefiro deixar para depois.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Incentivo vindo de longe!

Sempre gostei de escrever, mas nunca tive coragem de mostrar os meus textos a ninguém. A razão? Nem eu mesma sei ou talvez a vergonha, é pode até ser.
Mas, fazendo rotinas do meu dia-a-dia, como verificar a minha caixa de entrada, visitar alguns sites, minhas rotinas de trabalho, logo que hoje é segunda-feira, onde faço a atualização do site, visitar a minha pagina do Orkut, algo tão normal.

Sou muito curiosa, sabe?! E não tem nada melhor para um curioso do que o Orkut, mas a minha se considera saudável, pois gosto mesmo é de ver as fotos, isso sim, me atrai. Eis que eu entro na página da Aloha - a guria de nome exótico e diferente - e da minha amiga jornalista Leide Curcino, a menina que mora lá longe, em Palmas/Tocantis. Olhando fotos e perfil, acabei acessando o link para o blog delas, alias interessantíssimo, os textos são de uma qualidade maravilhosa - um dia eu chego lá.

Bom, foi nesse exato momento que resolvi criar um para mim, gostei da atitude delas, usar essa ferramenta chamada blog para divulgar “idéias” e resolvi adotá-la, essa é a palavra.

Acho que eu tenho que aprimorar os meus textos e venho sempre tentando, algo que eu me cobro e em dobro por ser uma estudante de jornalismo, mas ainda é cedo ou não. Talvez essa seja a oportunidade que me faltava, esse blog pode ser a chance para alguma coisa, afinal sonhar não custa nada!

Aloha e Leide, espero que não tome isso como uma cópia, e sim, como um incentivo, pois seus textos me abriram caminhos.

Uma nova experiência

Num belo dia acordei e resolvi criar um Blog! Verifiquei a minha caixa de entrada, entrei na página do orkut e lá encontrei o incentivo que faltava, gostei disso. Agora estou eu aqui, pronta para iniciar essa nova experiência. Espero que eu me acostume com essa idéia.