Nossa! Como a leitura me faz bem. Sou louca por livros, de todos os tipos. Adoro ler, fico completamente vidrada ao me deparar com um. Afinal, eu viajo através deles, e não há coisa melhor.
Existem muitas pessoas que não tem o hábito de ler, e isso é realmente seco. Seco? Como assim, seco? Pois bem, eu explico. Se a maioria soubesse o quão gratificante é pegar um livro nas mãos e saboreá-lo, pois ele traz um mundo novo, novas perspectivas, conhecimento, que é a melhor coisa que um ser humano pode ter. A leitura devia ser incentivada, desde pequeno, para que essa criança se torne um adulto interessado pelo mundo literário. Deviam existir programas educacionais para este fim, pois eu ainda acredito que o hábito de ler, mudará muita coisa. Ainda bem, que este tipo de programa já vem sendo instalado em algumas instituições de ensino, tanto da rede pública quanto a particular. Isso é sinal que estamos evoluindo. Coisa boa!
Mas voltando ao meu interesse pelos livros, lembro bem o primeiro que li “Esquinas da Vida”, isso quando eu tinha uns 10 anos, só que realmente não lembro o nome do autor, pois não me interessava por esta parte, e sim, pelo enredo de sua estória, só sei que ele é gaúcho. Foi a partir daí, que virei uma louca por literatura. Ainda bem! Depois desse vieram outros, mas esse ficou realmente marcado, pena que eu não o acho em nenhuma livraria, pois quando o li era emprestado, como a maioria dos livros que li até hoje. Porque cá entre nós, alguns são relativamente caros e fica difícil manter sempre uma biblioteca particular atualizada. Mas não desisti e ainda vou ter a minha, com certeza!
Já foram tantos que perdi as contas, mas sempre existem aqueles que ficam registrados em algum lugar de nossa consciência, e gostaria de dividi-los com vocês, e prometo, não irão se arrepender. Bom, claro que irei indicar “Esquinas da Vida” – se alguém conseguir achá-lo, me avisem – depois aconselho o romance francês “Os Miseráveis” de Victor Hugo, seguido de “Rota 66” do jornalista brasileiro Caco Barcellos, após confiram “Mensagem de Saigon” da escritora norte-americana Danielle Stell, e não poderia deixar de mencioná-lo “Marley & Eu”, do também jornalista americano John Grogan e o ultimo de minha simples lista, o romance “O Caçador de Pipas”, do médico e romancista afegão Khaled Hosseini. Esses livros foram os que mais me tocaram.
Bom, aí estão algumas sugestões de leitura, espero que todos aprovem. Claro, depois de escrever tanto sobre esta questão, me deu uma vontade de pegar um livro e lê-lo.
Boa leitura!
Existem muitas pessoas que não tem o hábito de ler, e isso é realmente seco. Seco? Como assim, seco? Pois bem, eu explico. Se a maioria soubesse o quão gratificante é pegar um livro nas mãos e saboreá-lo, pois ele traz um mundo novo, novas perspectivas, conhecimento, que é a melhor coisa que um ser humano pode ter. A leitura devia ser incentivada, desde pequeno, para que essa criança se torne um adulto interessado pelo mundo literário. Deviam existir programas educacionais para este fim, pois eu ainda acredito que o hábito de ler, mudará muita coisa. Ainda bem, que este tipo de programa já vem sendo instalado em algumas instituições de ensino, tanto da rede pública quanto a particular. Isso é sinal que estamos evoluindo. Coisa boa!
Mas voltando ao meu interesse pelos livros, lembro bem o primeiro que li “Esquinas da Vida”, isso quando eu tinha uns 10 anos, só que realmente não lembro o nome do autor, pois não me interessava por esta parte, e sim, pelo enredo de sua estória, só sei que ele é gaúcho. Foi a partir daí, que virei uma louca por literatura. Ainda bem! Depois desse vieram outros, mas esse ficou realmente marcado, pena que eu não o acho em nenhuma livraria, pois quando o li era emprestado, como a maioria dos livros que li até hoje. Porque cá entre nós, alguns são relativamente caros e fica difícil manter sempre uma biblioteca particular atualizada. Mas não desisti e ainda vou ter a minha, com certeza!
Já foram tantos que perdi as contas, mas sempre existem aqueles que ficam registrados em algum lugar de nossa consciência, e gostaria de dividi-los com vocês, e prometo, não irão se arrepender. Bom, claro que irei indicar “Esquinas da Vida” – se alguém conseguir achá-lo, me avisem – depois aconselho o romance francês “Os Miseráveis” de Victor Hugo, seguido de “Rota 66” do jornalista brasileiro Caco Barcellos, após confiram “Mensagem de Saigon” da escritora norte-americana Danielle Stell, e não poderia deixar de mencioná-lo “Marley & Eu”, do também jornalista americano John Grogan e o ultimo de minha simples lista, o romance “O Caçador de Pipas”, do médico e romancista afegão Khaled Hosseini. Esses livros foram os que mais me tocaram.
Bom, aí estão algumas sugestões de leitura, espero que todos aprovem. Claro, depois de escrever tanto sobre esta questão, me deu uma vontade de pegar um livro e lê-lo.
Boa leitura!


