quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Leia e Releia

Nossa! Como a leitura me faz bem. Sou louca por livros, de todos os tipos. Adoro ler, fico completamente vidrada ao me deparar com um. Afinal, eu viajo através deles, e não há coisa melhor.

Existem muitas pessoas que não tem o hábito de ler, e isso é realmente seco. Seco? Como assim, seco? Pois bem, eu explico. Se a maioria soubesse o quão gratificante é pegar um livro nas mãos e saboreá-lo, pois ele traz um mundo novo, novas perspectivas, conhecimento, que é a melhor coisa que um ser humano pode ter. A leitura devia ser incentivada, desde pequeno, para que essa criança se torne um adulto interessado pelo mundo literário. Deviam existir programas educacionais para este fim, pois eu ainda acredito que o hábito de ler, mudará muita coisa. Ainda bem, que este tipo de programa já vem sendo instalado em algumas instituições de ensino, tanto da rede pública quanto a particular. Isso é sinal que estamos evoluindo. Coisa boa!

Mas voltando ao meu interesse pelos livros, lembro bem o primeiro que li “Esquinas da Vida”, isso quando eu tinha uns 10 anos, só que realmente não lembro o nome do autor, pois não me interessava por esta parte, e sim, pelo enredo de sua estória, só sei que ele é gaúcho. Foi a partir daí, que virei uma louca por literatura. Ainda bem! Depois desse vieram outros, mas esse ficou realmente marcado, pena que eu não o acho em nenhuma livraria, pois quando o li era emprestado, como a maioria dos livros que li até hoje. Porque cá entre nós, alguns são relativamente caros e fica difícil manter sempre uma biblioteca particular atualizada. Mas não desisti e ainda vou ter a minha, com certeza!

Já foram tantos que perdi as contas, mas sempre existem aqueles que ficam registrados em algum lugar de nossa consciência, e gostaria de dividi-los com vocês, e prometo, não irão se arrepender. Bom, claro que irei indicar “Esquinas da Vida” – se alguém conseguir achá-lo, me avisem – depois aconselho o romance francês “Os Miseráveis” de Victor Hugo, seguido de “Rota 66” do jornalista brasileiro Caco Barcellos, após confiram “Mensagem de Saigon” da escritora norte-americana Danielle Stell, e não poderia deixar de mencioná-lo “Marley & Eu”, do também jornalista americano John Grogan e o ultimo de minha simples lista, o romance “O Caçador de Pipas”, do médico e romancista afegão Khaled Hosseini. Esses livros foram os que mais me tocaram.

Bom, aí estão algumas sugestões de leitura, espero que todos aprovem. Claro, depois de escrever tanto sobre esta questão, me deu uma vontade de pegar um livro e lê-lo.
Boa leitura!

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Isso soa ao Rídiculo!

Realmente me impressiono de ver quantos “jornalistas” existem por aí, logicamente a metade “desses” não possuem a graduação em Comunicação Social: Hab: Jornalismo ou somente jornalismo, e ainda por cima exercem funções em veículos de comunicação, seja ele rádio, TV, jornal, entre outros. Chega a ser ridículo ver profissionais desqualificados, despreparados. Eu pergunto, e os jornalistas graduados? E o trabalho que poderiam estar exercendo? O que de fato, é nosso por direito. Ficam a mercê de situações mesquinhas, em prefeituras que possuem um núcleo de “Comunicação Social”, mas não querem ter um jornalista responsável por tal. Em emissoras de rádios, onde seus donos são na verdade “máquinas de comunicação” sem nenhuma orientação para isso, com radialistas que concluem um cursinho de 120hrs de sei lá o que, e ainda por cima se dizem extremamente preparados.

Poupem-me! Isso soa ao ridículo! Pois profissionais da área é que deviam estar trabalhando, vulgo, os jornalistas diplomados, os jornalistas supervisionados em 1979, os estudantes de jornalismo com seus estágios. Isso sim, seria o correto e o mais justo. A maioria dos jornalistas graduados, não somente em nível de faculdade, mas com especializações, pós-graduados e os doutores em comunicação, todos saem perdendo. Começando pelo investimento, por que cá entre nós, a nossa faculdade tem um custo altíssimo. Sorte daqueles que consegue passar em uma federal, mas os que não tem essa sorte, às vezes demoram anos para se formar, pois não têm condições de manter todas as cadeiras. Sem contar que não é somente a mensalidade, existem outros custos que nós estudantes batalhamos ao longo do curso, isso tanto em uma particular quanto numa federal.

Eu ainda não sou formada, mas estudo para isso. E confesso para vocês, fico um pouco desiludida. Mas eu faço jornalismo, pois eu AMO, adoro ler, escrever, sou curiosa, não me satisfaço com um lado só, sempre estou em busca de algo novo. Não o faço por ser um curso de status, e sim, por que SEMPRE sonhei em me tornar uma profissional da área jornalística. Aquele sonho de buscar, investigar a matéria, sabe?! E um dia, podem ter certeza eu vou fazer tudo isso, sabe por quê? Pois não vou ficar parada, vendo um monte de gente que diz ser “jornalista”, mas não sabem o quão magnífico é, ocupar o meu lugar.

Isso me deixa muito indignada, mas nós temos que lutar SEMPRE. Pois se fosse para qualquer um se tornar jornalista, para que o curso na universidade? Para que a regulamentação do MEC? Então qualquer pessoa poderia se tornar médico, advogado, engenheiro. Lógico que não, todos precisamos de um curso de graduação para exercer com qualidade essas profissões. Vamos lutar até o fim, não podemos ficar parados vendo pessoas desqualificadas ocuparem nossos lugares.
Bom, eu sempre tenho a mania de escrever de mais, mas fica a minha opinião.
Sou a favor do Diploma, já!!

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Expectativas

Quando menos esperamos as coisas acontecem, às vezes boas outras ruins. Mas como dizem “são coisas da vida”, não dá para escapar delas. A gente tem é que se acostumar ou encará-las da melhor maneira possível.

Às vezes fica difícil perceber quando está tudo errado ou quando estamos errando, como também não aceitamos que podemos acertar, sim! A vida é realmente uma caixinha de surpresas, fazemos tantos planos, arquitetamos tudo, mas nem sempre saem como deveriam sair, ou simplesmente do nada acontecem. Estranho, não? A vida nos prega cada peça. Mas essa é a grande beleza, não saber o que pode acontecer. Esperar cada dia com aquela expectativa de acontecimentos novos, de um novo amanhã.

Tudo pode parecer estranho, mas temos que viver cada dia diferente, com novos olhares, para que possamos desfrutá-los saudavelmente. Realmente me impressiono com tudo que está acontecendo, como diz aquela frase “o mundo dá voltas”, e dá mesmo, afinal, ele é redondo.