
Ontem (26), antes de sair para trabalhar, consegui pegar um pedaço do programa da Ana Maria Braga, o Mais Você. O assunto de abertura começa logicamente com a vitória do roqueiro Rafinha do BBB. Mas não é isso que chama a minha atenção, e me fez “perder” alguns minutos da minha manhã (inclusive o ônibus) e sim, uma matéria sobre os casos de dengue registrado no Brasil, e principal, no Rio de Janeiro. E segundo o ultimo levantamento já ocorreram 54 mortes. Terrível.
A coisa está ficando séria, e a população parece não enxergar, e o governo está seguindo o mesmo caminho. Cada um empurrando a culpa para o outrem, mas ninguém assume os ricos e as mortes que estão acontecendo. Os casos da doença se registram em todo o país, do norte ao sul, e nós não estamos muito longe não, é só lembrarmos dos casos registrados e confirmados aqui no Estado, no município de Giruá.
A Dengue é uma doença tropical, como por exemplo, a febre amarela, que alias, é transmitida pelo mesmo mosquito, o Aesdes aegipty. Bom lembrar em Febre Amarela, porque para esse vírus existe vacina, então não custa nada tomá-la, ela garante uma instabilidade de dez anos, menos uma doença para você adquirir. Mas, voltando a dengue. A população está ciente disso, só que parece não acreditar que seja uma doença perigosa, e até, letal. Existem quatro tipos de dengue no mundo (reconhecidas pelo universo cientifico, mas sabe-se que podem existir outras desconhecidas), no Brasil encontramos os tipos um (que é o mais fraco) e o tipo dois (que é a hemorrágica), mas já existem casos do tipo três (que está em um nível mais avançado e perigoso do que a hemorrágica), são raros, mas podem estar circulando por aí, e a melhor saída, é a prevenção, para controlar os focos.
Vale salientar que o mosquito deposita os ovos em água limpa e parada, não em água suja, como muitos pensam. Então, não adianta somente “jogar a água fora” dos vasinhos de plantas, pneus e caixas d’água, e sim, devemos limpá-los e esfregá-los com um esponja, com algum produto químico, mas não vamos sair usando algum tipo tóxico que vá prejudicar a nossa saúde, pelo amor de Deus! Existe um que está ao nosso alcance, à água sanitária, mais conhecida como “Alvex”. A prevenção e a higienização dos ambientes é a melhor solução para evitar focos e outros possíveis casos da doença.
População e autoridades devem se unir para evitarem maiores danos. E, falando na população, um pedido: quando os agentes de saúde e sanitários forem visitar suas casas, abram suas portas e os recebam, pois a cooperação irá beneficiar a todos.
A coisa está ficando séria, e a população parece não enxergar, e o governo está seguindo o mesmo caminho. Cada um empurrando a culpa para o outrem, mas ninguém assume os ricos e as mortes que estão acontecendo. Os casos da doença se registram em todo o país, do norte ao sul, e nós não estamos muito longe não, é só lembrarmos dos casos registrados e confirmados aqui no Estado, no município de Giruá.
A Dengue é uma doença tropical, como por exemplo, a febre amarela, que alias, é transmitida pelo mesmo mosquito, o Aesdes aegipty. Bom lembrar em Febre Amarela, porque para esse vírus existe vacina, então não custa nada tomá-la, ela garante uma instabilidade de dez anos, menos uma doença para você adquirir. Mas, voltando a dengue. A população está ciente disso, só que parece não acreditar que seja uma doença perigosa, e até, letal. Existem quatro tipos de dengue no mundo (reconhecidas pelo universo cientifico, mas sabe-se que podem existir outras desconhecidas), no Brasil encontramos os tipos um (que é o mais fraco) e o tipo dois (que é a hemorrágica), mas já existem casos do tipo três (que está em um nível mais avançado e perigoso do que a hemorrágica), são raros, mas podem estar circulando por aí, e a melhor saída, é a prevenção, para controlar os focos.
Vale salientar que o mosquito deposita os ovos em água limpa e parada, não em água suja, como muitos pensam. Então, não adianta somente “jogar a água fora” dos vasinhos de plantas, pneus e caixas d’água, e sim, devemos limpá-los e esfregá-los com um esponja, com algum produto químico, mas não vamos sair usando algum tipo tóxico que vá prejudicar a nossa saúde, pelo amor de Deus! Existe um que está ao nosso alcance, à água sanitária, mais conhecida como “Alvex”. A prevenção e a higienização dos ambientes é a melhor solução para evitar focos e outros possíveis casos da doença.
População e autoridades devem se unir para evitarem maiores danos. E, falando na população, um pedido: quando os agentes de saúde e sanitários forem visitar suas casas, abram suas portas e os recebam, pois a cooperação irá beneficiar a todos.
Fica o alerta: não podemos dar “mole” para esse mosquitinho. Pois eu não gostaria de ouvir mais declarações desse teor.
“Antes eu não dava bola para a dengue, mas agora eu perdi meu coração”.
Desabafo de um pai, ao perder seu filho para a doença. Prevenção, já!








