Sabe quando você cansa da vida que leva, cansa de tudo que está a sua volta? A rotina, as pessoas, tudo? Sinto-me assim, cansada das asneiras do dia-a-dia, da minha pouca tolerância para os fatos. Aliás, isso é um fato, não ando tolerando nada, isso é ruim. Eu sei disso, e isso faz mal. Pode ser só uma fase, mas é uma fase que não estou gostando. Uma época (bem distante, há uns cinco anos atrás) estava dessa maneira, agressiva comigo mesma e com os outros, e além do mais, quem saiu perdendo (você já pode imaginar) fui eu. O único problema é que não estou sabendo controlar (agora não) os meus queridos impulsos e sentimentos, tudo é motivo para soltá-los e não importa a quem, eles saem como se fossem “balas perdidas” .
Há duas maneiras de se evitar isso: controlá-los ou tapar os olhos para não enxergá-los. Como eu li no post do Dr. Favaro, “Você pode destruir ou tornar muito melhor o momento de alguém... às vezes o dia, a semana...a vida.”, estou precisando seriamente disso e de uma reflexão e remodelação do meu cotidiano. Por isso, escrever se torna uma terapia e é o que realmente me faz bem.
Há duas maneiras de se evitar isso: controlá-los ou tapar os olhos para não enxergá-los. Como eu li no post do Dr. Favaro, “Você pode destruir ou tornar muito melhor o momento de alguém... às vezes o dia, a semana...a vida.”, estou precisando seriamente disso e de uma reflexão e remodelação do meu cotidiano. Por isso, escrever se torna uma terapia e é o que realmente me faz bem.


