segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Tempo

O tempo castiga.
É tudo ao mesmo tempo agora,
Que não sobra tempo para nada.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Palavras

Que poder as PaLaVrAs têm?

Imaginar, pensar, reagir, agir, odiar, expor...

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Um brinda a beleza

A natureza é mesmo brilhante, quando menos esperamos nos brinda com um belo espetáculo. Gente! Nevou em pleno setembro, acredita? As cidades abençoadas foram: Pinheiro Machado, Canguçu, Pedras Altas e Piratini, no sul do Estado. Os flocos se acumularam sobre telhados, carros e campos, tornando a paisagem ainda mais bela.
Clique no link e veja as fotos, vale a pena.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

As caras pálidas de sempre

A maioria não gosta de política, exatamente por associá-la diretamente as eleições partidárias, mas não é somente isso, ela abrange muitos outros parâmetros. Mas hoje, especialmente falarei do assunto que causa “nojo e enjôos” nos brasileiros: eleições.

Estamos em época de Eleição Municipal, onde vamos eleger respectivamente nosso prefeito e vereadores. Pelo menos, aqui na minha cidade a agitação já se iniciou, e eu já comecei observar alguns detalhes.

A propaganda obrigatória está passando no rádio e na televisão, e é impressionante como o discurso não muda “Eu vou mudar o que está dando errado e continuar o que deu certo”, “chega de promessas, eu quero mudança” ou “eu lutei muito para chegar aonde cheguei, trabalhei desde pequeno, lutei para pagar os meus estudos, a minha família me deu educação e amor” e blá, blá, blá. Cara, os malucos não mudam esse script do capeta, sempre a mesma embromação. E o pior não é isso, é ter que ver àquelas caminhadas de “apoio” e as pessoas dispostas a falar em público “Esse vai mudar, esse é sério, esse é pra valer, nesse eu confio”, mais vão a merda! Não sabem nem a trajetória do candidato, só estão ali porque (na maioria das vezes) estão ganhando um por fora e querem se aparecer. Esse tipo de coisa me deixa revoltada, não tem o que fazer? Vai trabalhar, vai olhar novela, mas não me venha falar asneira na frente da televisão.

É inevitável andar pela cidade e não se deparar com um “Comitê Político”, onde o objetivo principal seria discutir idéias, planejar a “futura” administração e todo o esquema que envolve um setor público, que, aliás, é muito complicado. Mas não é isso que eu vejo: carros estacionados, churrascos, pessoas para tudo quanto é lado, conversas de boteco, música, alegria, festa. O destino de verbas para campanha é oficialmente para orquestrar uma maneira de desviar e usar inadequadamente o meu dinheiro, o seu. Como o meu pai diz “O Brasil é o paraíso”.

Por isso que as pessoas não levam os políticos a sério, pois a cada quatro anos, é cada vez mais investido dinheiro público para financiar campanha, os discursos são sempre os mesmo e as “caras pálidas” também, chega uma hora que isso cansa. Mas mesmo assim, eu vou votar. A esperança é a última que morre.